Resumo rápido
O G4 OS foi desenhado com uma arquiteturalocal-first.
No fluxo padrão, ele funciona como um orquestrador local: credenciais, histórico de sessões, configuração de fontes e chamadas para APIs externas ficam na sua máquina. Quando você conecta ERP, Gmail, Slack ou outras ferramentas via APIs próprias ou MCPs locais, a chamada sai da sua máquina para o destino final, sem a G4 atuar como proxy intermediário desse tráfego.
Isso não significa que nada nunca saia do seu ambiente. Significa que o fluxo principal do produto não depende de espelhar seus dados operacionais em servidores da G4 para funcionar.
Como funciona na prática
Visão geral: o que sai de onde
O diagrama abaixo mostra o fluxo completo — o que roda na máquina do usuário, o que vai para os LLMs externos, o que chega aos servidores da G4 e como as APIs de terceiros são acessadas pelo sistema. Ponto central: chamadas para ERP, Gmail, Slack e similares saem diretamente da máquina do usuário via MCP subprocess — sem passar pelos servidores da G4.Fluxo local padrão em texto
O que isso quer dizer
- o G4 OS roda e orquestra a operação localmente
- chamadas para APIs externas saem da máquina do usuário nos fluxos locais
- o conteúdo enviado ao modelo vai para o provedor de IA selecionado, não para a G4
- a G4 não precisa armazenar o histórico completo do seu workspace para a operação padrão funcionar
O que normalmente fica local
No fluxo local padrão, estes itens permanecem no ambiente do usuário:| Tipo de dado | Onde fica |
|---|---|
| Credenciais e tokens | armazenamento local criptografado |
| Histórico de sessões | arquivos locais do workspace |
| Configuração de fontes | arquivos locais do workspace |
| Arquivos e contexto do projeto | diretórios e workspaces locais |
| Transcrições e resumos de reunião | artefatos textuais locais da sessão |
| Áudio bruto de gravações | armazenamento local da sessão; não é conteúdo padrão de Cloud Sync |
Como as credenciais circulam em tempo de execução
As credenciais nunca aparecem em logs, nunca ficam em disco durante a execução e nunca são incluídas na telemetria. O fluxo abaixo mostra o ciclo completo desde o armazenamento criptografado até o uso nas requisições.O que pode sair da sua máquina
Alguns dados precisam sair do seu ambiente para que o produto funcione:- prompts e contexto enviados ao provedor de IA que você escolheu
- chamadas para APIs externas conectadas por você
- metadados técnicos limitados para autenticação, licenciamento, updates e telemetria operacional
O que a G4 recebe no fluxo do produto
A plataforma pode receber dados técnicos necessários para operar o serviço, como:- autenticação e entitlement da conta
- verificação de orçamento quando você usa recursos gerenciados
- checagem de updates
- telemetria técnica e estruturada do produto
O que a telemetria envia — e o que ela nunca envia
A telemetria é comportamental e estruturada — registra que uma sessão aconteceu, com qual modelo e com qual resultado. Nunca o conteúdo.Resumo: o que a G4 monitora de fato
| Canal | O que vai | O que não vai |
|---|---|---|
| Telemetria | Tipo de evento (hasheado), modelo usado, resultado (success/error), versão do app | Conteúdo de mensagens, dados do ERP, credenciais |
| Sentry | Stack trace de erros, versão, plataforma | Headers de auth (redactados), conteúdo de prompt |
| Entitlement | Email de login, licença ativa | Dados de sessão |
| Budget | Contagem de tokens consumidos | Conteúdo dos prompts |
| Updates | Versão instalada | Qualquer dado de sessão |
O que a G4 não precisa receber no fluxo local padrão
No fluxo local padrão, a G4 não precisa receber:- credenciais e chaves das suas integrações
- histórico completo das suas sessões para operar o app
- dados retornados por ERP, CRM ou APIs conectadas localmente
- caminhos locais e estrutura completa dos seus arquivos como base de operação da plataforma
Quando essa arquitetura muda
Existem situações em que a infraestrutura da plataforma participa mais do fluxo. É importante deixar isso explícito.Conexões gerenciadas
Conexões Gerenciadas podem usar infraestrutura da plataforma para autenticação, catálogo, status e partes do runtime da integração.
Isso é diferente de uma API ou MCP puramente local. Se o objetivo for maximizar isolamento e previsibilidade do tráfego, prefira integrações locais ou MCPs que rodam no seu próprio ambiente.
Recursos cloud opcionais
Recursos comoCloud Sync, colaboração e outras funções de nuvem mudam o fluxo porque, por definição, sincronizam parte dos dados com a infraestrutura da plataforma.
Esses recursos existem para backup, colaboração e continuidade, não porque o produto precise centralizar todo o seu contexto por padrão.
Provedores e recursos gerenciados
Quando você usa provedores gerenciados, créditos da plataforma ou agentes gerenciados, parte do controle operacional passa pelos serviços da G4 para autenticação, orçamento, catálogo e roteamento técnico da funcionalidade. Ainda assim, isso não transforma o G4 OS em um espelho permanente de todo o seu workspace.Como pensar segurança na prática
- use suas próprias chaves e integrações quando quiser o maior controle possível
- prefira APIs próprias e MCPs locais para sistemas sensíveis
- deixe recursos cloud opcionais desligados quando a política exigir operação mais local
- revise permissões, fontes e workspaces antes de ampliar automações
Em uma frase
O G4 OS foi pensado para operar com contexto e execução perto do usuário, não para depender de copiar todo o contexto da empresa para a nuvem da G4.Ver segurança e controle
Entenda como o network interceptor, permissões e governança entram na operação com IA.
Ver conexões
Compare conexões gerenciadas, agentes gerenciados, MCPs e APIs.

